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Em "Skyward Sword" encarnamos Link através do Wii MotionPlus

Em "Skyward Sword" encarnamos Link através do Wii MotionPlus DR

Curiosidades sobre a banda sonora

Em "Skyward Sword", acabou-se a música digital e misturada

Depois de Super Mario Galaxy, chegou a vez de "The Legend of Zelda", em "Skyward Sword", receber uma banda sonora orquestral

A edição de coleccionador de "Skyward Sword", além de incluir o jogo e um Wiimote comemorativo, traz um CD com as principais músicas da saga interpretadas por uma orquestra

Nintendo

Link já tem 25 anos e Skyward Sword uma data de elogios

Saga “The Legend of Zelda” celebra 25 anos com lançamento de “Skyward Sword”, jogo da Nintendo em que encarnamos Link a sério

Texto de Daniel Cerejo • 18/12/2011 - 12:40

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O rapaz já merecia. Perdão, o jovem. Com 25 anos completados no início de 2011, Link está de parabéns. Sim, Link. Já não basta ter de andar sempre numa correria desenfreada atrás de Zelda, ver todos os jogos da saga intitulados com o nome da princesa (e só alguns também com o seu) e agora os parabéns iam para ela?!

 

Bem, a verdade é que sem Zelda não seria possível viver tantas aventuras com o herói, criado por Shigeru Miyamoto, que viu a luz do dia em Fevereiro de 1986, com o lançamento do primeiro jogo, no Japão, para o sistema Famicom da Nintendo.

 

Foi inspirado pelas suas explorações e descobertas, dos tempos de miúdo, nas florestas de Quioto, que Miyamoto, o guru da empresa de videojogos nipónica, criou o imaginário de “The Legend of Zelda”. Isso explica, por exemplo, a forte ligação do jogo à natureza e o seu cariz exploratório.

 

Assim foi crescendo Link, marcando posição na Nintendo e ganhando adeptos em cada consola por que passava. Da Famicom foi para a NES, da NES para a Super Nintendo, andou pelo Game Boy, até que, em 1998, chegou à Nintendo 64, com uma das versões mais marcantes da série: “The Legend of Zelda: Ocarina of Time”.

 

Nessa altura, toda a gente queria pegar no comando, assumir o controlo do rapaz de orelhas pontiagudas, e dar uma sova em Ganon (o vilão) com a Master Sword. Para quem não conseguiu fazê-lo na N64, surgiram outras oportunidades, depois, na GameCube e noutras consolas portáteis.

 

Sou eu que manejo a espada

Até que chegou a vez da Wii: o momento ideal para, quase literalmente, pegar na espada e no escudo e salvar o dia. “Twilight Princess” abriu caminho nesse sentido, mas é “Skyward Sword” o perfeito agregador dos movimentos possíveis com o sistema Wii MotionPlus e os comandos Wiimote e Nunchuck.

 

Agora sim, com a capacidade de detecção de movimentos do controlador, podemos ser Link na sua plenitude ao manejar a espada, ao protegermo-nos com o escudo Hylian, ao lançar flechas com um arco e muito, muito mais. Com efeito, a funcionalidade foi deveras aconselhada por Miyamoto, que desejava ver em Link algumas das acções vistas no jogo “Wii Sports Resort”.

 

Com o lançamento feito há poucas semanas, já houve tempo para os principais sites da especialidade avaliarem o jogo e atribuírem uma nota… de adoração. Entre os mais conceituados, veja-se o exemplo dos sites Eurogamer e IGN, que classificaram “Skyward Sword” com 10/10, e o Machinima com 9.5/10.

 

Entre estes mais cotados, um dos que deriva mais do consenso é o site norte-americano GameSpot, da CBS Interactive. Atribuiu ao jogo a nota 7.5/10, porque, diz Tom McShea, um dos editores, verifica-se a existência, entre outras coisas, de “uma progressão previsível" e de "controladores com propensão para não responderem nos momentos mais inoportunos”. Esta última consideração indignou vários jogadores. Um deles fez mesmo questão de publicar um vídeo a mostrar que Link responde na perfeição ao MotionPlus.

Eu acho que

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