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Imagens de Che para ninguém se esquecer de CubaRicardo Castelo/N Factos

Havana Club Prestige

Morada
Rua da Alegria, 611, Porto

Telefone
91 295 81 77

Horário
4.ª, 6.ª e sábado, das 00h às 6h

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Ricardo Castelo/N Factos

O Havana Club Prestige abriu a 25 de Março

Noite

Havana Club Prestige: De Cuba para o Porto, com surpresas

Tem rosto cubano, mas acaba sempre rendido ao "house"

Texto de Andreia Marques Pereira • 17/08/2011 - 00:00

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Voltemos então a essa noite, ainda incipiente e portanto vazia de gente neste troço da Rua da Alegria, mesmo em frente ao restaurante Portucale e a dois passos da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo.

 

A entrada, descobrimo-la à custa da gentileza de estranhos e passado o portão parece que estamos noutro mundo, de ruínas: estamos dentro do edifício descarnado, sob as estrelas, a mirar uma fachada lateral, também meio arruinada, onde a única cor é a do símbolo Havana Club, letras brancas sobre fundo vermelho.

 

Das ruínas à passarela

Há colunas que já não seguram nada, traves de madeira sem tecto, janelas sem vidro, pórticos sem portas; e há saibro cuidadosamente espalhado, porções de relva com bancos (traves de madeira sobre pedras), canas plantadas junto às paredes - tudo cuidadosamente iluminado com focos e holofotes que dão cor fantasmagórica ao que até chega a parecer uma velha missão espanhola (mas admitimos a influência do tema).

 

Passamos a porta e continuamos entre "ruínas", mas aqui há cobertura transparente acima delas e sentimo-nos dentro de um projecto arqueológico, a caminhar por um "deck" de madeira como passarela, a atravessar mais gravilha e árvores. Curta a viagem.

 

Desde 25 de Março

Nova porta e a recepção do Havana Club Prestige não deixa esquecer-lhe o nome: de repente, as paredes cobrem-se de fotografias com imagens icónicas da ilha - músicos, carros, igrejas coloniais, o Malécon de noite, bicicletas, postais de Che Guevara - em cores saturadas entre molduras douradas e ornamentadas, ar velho e gasto como velhas relíquias de família.

 

Os móveis, de madeira pesada e ferro grosso, têm a mesma aura e quase nos imaginamos numa ante-sala colonial - com um sofá de cabedal vermelho.

 

Está dado o mote para tudo o que vamos ver em seguida - "o espaço lembra Cuba, as ruínas", diz André Pereira. A atmosfera sabe um pouco à Cuba colonial que chegou até ao futuro cristalizada, as referências visuais são os ícones que Cubahoje produz. O espaço é enorme e não é tudo que que o Havana Club Prestige, aberto a 25 de Março, tem para oferecer.

 

 Ler artigo completo no PÚBLICO.

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