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Raquel Lacerda e João Antunes são autores do blogue "les bons vivants"

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Les Bons Vivants

Manuel Roberto

Crónica

Próxima paragem: Gerês

O Gerês, esse tesouro escondido nas montanhas graníticas do Norte, é um paraíso na terra para quem aprecia o contacto com a natureza

Texto de Raquel Lacerda e João Antunes • 05/07/2013 - 13:16

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O Parque Nacional Peneda-Gerês foi a primeira área protegida criada em Portugal e é uma zona única no país, ou não fosse também o único Parque Nacional. Esta extensa área que passa por cinco concelhos é um dos ex-libris paisagísticos e turísticos de Portugal.

 

O Gerês, esse tesouro escondido nas montanhas graníticas do Norte, é um paraíso na terra para quem aprecia o contacto com a natureza.

 

Caminhadas e/ou passeios mais descontraídos no meio da montanha, trilhos que nos levam pela vegetação adentro, quedas de água que não imaginamos ver no nosso país, piscinas naturais (pergunte pelas “Cascatas do Tahiti”), são apenas algumas opções do que se apreciar conciliando a actividade física e o descanso/relaxamento.

 

Uma visita ao posto de turismo é essencial para quem não quer desperdiçar tempo e para quem quiser ser aconselhado acerca dos variados percursos pedestres que se podem fazer. Mapas nunca são demais! Conhecer os pontos fortes do passeio também não, assim como uma breve apresentação da fauna e flora.

 

Como sugestão para caminhada, sobretudo para os mais resistentes/aventureiros, aconselhamos o trilho da Fenda da Calcedónia.

 

O trilho tem cerca de 10km e é a subir, passando por caminhos de cabras e zonas com blocos graníticos. O que torna este trilho especial é o facto de ter de se passar por uma fenda num enorme bloco de pedra. Esta parte causa alguma adrenalina (para os menos habituados a estas andanças) devido à necessidade de escalada e ao espaço apertado.

 

O centro da vila em si não é atractivo, servindo apenas de apoio a quem está instalado na zona. O parque de campismo mais perto, apesar de agradável e diferente dos outros, peca pelos socalcos demasiado pequenos e próximos uns dos outros, e pela distância da casa de banho.

 

Ainda assim, há várias opções para alojamento, e deixamos uma sugestão: Hospedaria D. Eufémia. É um espaço simples, mas asseado e que tem a grande vantagem de ter estacionamento. Ah, claro, o preço: barato! 30€/noite, por quarto duplo com pequeno-almoço incluído (e estacionamento). Vale a pena, sobretudo porque fica perto do centro e de outros locais de interesse.

 

O que nos desiludiu mais foi o facto de não termos tido oportunidade de experimentar um sítio onde se comesse mesmo bem (culpa nossa, que não procurámos muito). Criámos expectativas com as filas à porta do restaurante Lurdes Capela, no centro da vila, e com a ementa que nos aliciava com uma posta barrosã. Mas a comida em si não era excepcional.

 

Não se esqueçam: não façam lixo nem fogo, protejam esta área e tenham cuidado com as zonas de quedas de água que são perigosas, sejam aventureiros q.b. e sempre de forma responsável.

Eu acho que

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