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Quando reclusas cuidam de animais abandonados

Seis dias por semana, um grupo de reclusas de Phoenix, no estado norte-americano do Arizona, é transportado até um abrigo animal, a funcionar num antigo estabelecimento prisional masculino. Aí, as celas individuais foram transformadas em espaços de residência para cães, gatos e cavalos em risco — Bow Wow Way, Purr Lane, 2nd Chance e Ruff Road são alguns dos novos nomes das celas e dos corredores da antiga prisão. Os animais são resgatados, reabilitados e colocados numa lista para adopção. Durante esse processo, os cães mais sociais integram um programa de interacção com reclusas do Maricopa County Sheriff’s Office, que ficam responsáveis pelo bem-estar dos animais. “Proporcionamos a reabilitação não só dos animais mas também das reclusas”, disse à Reuters um agente daquela instituição, William Sibole. Para Aubrey Herrera, uma mulher de 31 anos a cumprir pena por violação de liberdade condicional, roubo e posse de droga, “cuidar dos cães é o ponto alto de cada dia”. “Estes cães estão presos, tal como nós, e precisam de amor, tal como nós.”

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