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A Mala é o tema do primeiro número

A Mala é o tema do primeiro número Ana Maia

O segundo número terá mais diversidade gráfica

O segundo número terá mais diversidade gráfica Ana Maia

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Colaboradores do n.º1
Álvaro Silveira, Ana Alves, Bruno Sousa Villar, Casimiro Teixeira, Cláudia Lucas Chéu, Claudine Rodrigues, Cristina Ruivo, Gonçalo Passinhas, João Pedro Azul, Luís Araújo, Luís Olival, Luís Silva, Manuela Costa, Manuel Justo, Raquel Ribeiro, Rogério Nuno Costa, Sara Pazos, Susana Moreira Marques, Vicente Alves do Ó, Vítor Rua e Filipa Campos no design.

Ana Maia

Revista

Eis o fanzine Flanzine, um “hino ao Facebook”

O pudim Flanzine nasceu no Facebook e por lá continua. Para ver de três em três meses

Texto de Amanda Ribeiro • 09/10/2013 - 16:03

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A Flanzine, diz quem a fez, tinha “tudo para correr mal”. Contra ventos e marés, contra “as leis de Murphy e Keynes”, a revista nasceu, da Internet para o papel, para não se “perder num enorme universo de lixo virtual”. Um “percurso inverso” que, lá no fundo, significa uma coisa: “Um hino ao Facebook.”

 

A começar pela parentalidade, como nos conta João Pedro Azul (na foto), um dos encarregados de educação, a partilhar a custódia com Luís Olival, autêntico “rei do Facebook”, natural de Mangualde. Os dois conheceram-se via Zuckerberg há uns anos — e assim se têm mantido. É que a Flanzine materializou-se sem os ideólogos alguma vez se terem conhecido pessoalmente. A mesma receita para muitos dos colaboradores — o primeiro número conta com nomes como Álvaro Silveira, Cláudia Lucas Chéu, Rogério Nuno Costa, Vicente Alves do Ó, Vítor Rua, Susana Moreira Marques e Raquel Ribeiro (jornalistas/colaboradoras do PÚBLICO).

 

Com formação em teatro, João passa hoje grande parte da semana atrás de uma banca que vende queijos e outras iguarias no Mercado do Bom Sucesso, no Porto. Assume-se como um “facebookiano” convicto. Vê a rede social como uma “ferramenta criativa”, uma “montra” para as suas ideias. E tem encontrado outros como ele. Foi ao observar esta rede de contactos que decidiu lançar um desafio a Luís Olival: “E se entre os nossos amigos do Facebook criássemos um fanzine?”

 

Assim foi. Em Setembro, graças ao reembolso de IRS de João Pedro, o fanzine Flanzine (não se nota que o passatempo preferido dele é “brincar com as palavras”, pois não?) ganhou corpo. “Raramente utilizámos o e-mail. Houve até quem nos entregasse os trabalhos pelo Facebook.” Os textos e as ilustrações versam sobre um tema: Mala. Uma resposta ao “incentivo à emigração por parte do primeiro-ministro e da corja”. Em Dezembro, sai a segunda com um “tema natalício”: o Medo. Não é preciso dizer que o humor negro é ma marca de água. Entram novos colaboradores (como Valério Romão e Filipe Homem Fonseca), mantêm-se outros (Vítor Rua vai ser publicado em fascículos porque João não indicou, a princípio, uma limitação de caracteres), promete-se mais diversidade, por exemplo, com a publicação de fotografias. Toda a gente pode tentar participar — a selecção está a cargo da gerência.

 

Entretanto, o pudim vai correndo o país. Foi apresentada no Circular em Vila do Conde, terra-natal de João Pedro, onde alguns dos colaboradores se conheceram. Idem, idem, aspas, aspas para Lisboa, onde a revista foi apresentada na passada sexta-feira na livraria XYZ. Para já, não se registou qualquer “aparição” de Luís Olival, qual D. Sebastião de Mangualde. Noutro dia, a Flanzine foi parar às mãos de Vasca Graça Moura. João Pedro avistou-o ao longe e correu no seu encalço. “Ele agradeceu e apresentou-me a pessoa que estava ao lado: o professor Nuno Júdice.” Feedback? Não houve. “Se calhar, não tem Facebook...”

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