Entre altos e baixos, continuam a achar que se amam

autoria Diana Barros

// data 04/05/2017 - 11:58

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Quinze pautas de música contam as vicissitudes de amar. Entre sofrimento, crescimento e mudança, tudo se harmoniza numa bela melodia. Esta é a história da curta de Xiya Lan, que mostra como o amor nos molda e magoa, mas também como nos faz mais felizes. As aventuras destes seres relembram-nos que os amores são todos diferentes e assumem muitas formas. Enquanto os protagonistas se perseguem, dançam e saltitam, no lugar normalmente reservado às notas musicais, vemos o amor que sentem uns pelos outros ser substituído por desavenças, para mais tarde voltar à harmonia. Altos e baixos que terminam num círculo de plenitude. Na curta, Lan agrega diferentes relações: entre filhos e pais, de amizade e de amor romântico. Como nos diz o título da curta-metragem — Eu acho que te amo (I think I love you, no original) —, nada disto é sobre verdades absolutas.

Eu acho que