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Serralves e Rainha Sofia vão trocar colecções

Museus do Porto e de Madrid vão assinar um acordo. Objectivo: partilhar colecções e produzir exposições em parceria.

Texto de Cláudia Carvalho • 26/08/2011 - 17:34

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A Fundação Serralves, no Porto, vai assinar um acordo com o museu madrileno Rainha Sofia, um dos mais importantes e destacados de Espanha, que vai permitir a troca de colecções entre as duas instituições e a co-produção de exposições.

 

Apesar de o museu Rainha Sofia já ter colaborado anteriormente com Serralves, na co-produção de algumas exposições, esta é a primeira vez que os dois museus vão assinar um protocolo que permite a permuta de colecções, ou seja, possibilita que as obras de Serralves viagem até Madrid e sejam expostas naquele museu e vice-versa.

 

“É uma novidade que torna este acordo especial”, disse ao PÚBLICO, João Fernandes, confirmando a notícia avançada pelo “The Art Newspaper”. “Ainda estamos a preparar a programação mas já estamos a trabalhar em algumas exposições com o Rainha Sofia”, explicou o responsável, adiantando que o protocolo assinado aplica-se para o ano 2011/2012, cuja programação ainda não é conhecida e será anunciada em breve.

 

"Locus Solus"

No entanto, o dossier de imprensa do museu espanhol sobre a programação para estes meses, avança já uma exposição que vai passar por Portugal, depois de ser exposta em Madrid. “Locus Solus. Impresiones de Raymond Roussel”, comissariada pelo director do Museu Rainha Sofia Manuel Borja-Villel, o director do Museu Serralves João Fernandes e o francês François Pichon, e que inclui obras de artistas como Marcel Duchamp, Salvador Dalí, Max Ernst, Man Ray, Joseph Cornell e Cristina Iglésias, estará em Espanha de 25 de Outubro a 27 de Fevereiro de 2012, passando depois por Serralves entre os dias 5 Abril e 1 de Setembro de 2012.

 

Para Manuel Borja-Villel, este protocolo, que estabeleceu igualmente com a Tate Modern e a Serpentine Gallery, ambas em Londres, o MOMA, em Nova Iorque, e a Pinacoteca de São Paulo, “permite uma redução significativa do custo das exposições e ajuda a sensibilizar o público espanhol para os artistas internacionais”, disse ao “The Art Newspaper”.

 

Segundo explica o dossier de imprensa do museu espanhol, as co-produções com outros museus não só baixam os custos da produção das exposições como permite a difusão da arte a nível internacional. ”As épocas de crise exigem, sem dúvida, uma aposta ainda maior nas colaborações entre os centros e os museus, para que os programas não se ressintam”.

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