Um abraço de arte experimental chamado Walk&Talk

autoria Nuno Rafael Gomes

// data 17/10/2017 - 17:38

// 1815 leituras

Primeiro foi Ponta Delgada, em São Miguel, em meados de Julho; depois, Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, entre 29 de Setembro e 5 de Outubro. À sétima edição, o Walk&Talk cresceu e abriu ainda mais os seus braços para voltar a ligar as duas cidades. Houve espaço para os jogos de sombras a partir de materiais têxteis da japonesa Akane Moriyama, mas também para um gigante No More Walls a negro a cruzar um muro — obra de SpY. Entre o artesanato ou as visitas guiadas a instalações, o festival de are urbana não deixou de apostar em instalações sonoras e em performances ao ar livre. E não só: a partir da curadoria da plataforma KWY, dos arquitectos Miguel Mesquita, Ricardo Gomes e Gabriela Raposo, este ano o Walk&Talk também procurou questionar a arte pública, contextualizando obras arquitectónicas na realidade das ilhas açorianas. Para mais uma vez ajudar a delinear a cultura dos Açores. Agora, há um novo circuito de arte pública para visitar — é só seguir o trilho destes 12 projectos. Resta esperar pelo próximo ano. Para mais um abraço de arte experimental.

Eu acho que