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A pílula do dia seguinte não substitui a "tradicional" e só deve ser usada em caso de emergência Paulo Ricca

Sexualidade

EUA querem travar venda livre da pílula do seguinte

Juiz decidiu alargar venda livre e sem receita a qualquer idade. Administração Obama contesta decisão e quer que esta contracepção de emergência continue a ter restrições

Texto de Romana Borja-Santos • 02/05/2013 - 16:29

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Naquela que é considerada mais uma prova de fogo para a Administração Obama, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos decidiu recorrer de uma decisão de um juiz federal de Brooklyn que pretendia alargar a venda da pílula do dia seguinte naquele país a mulheres de todas as idades e sem qualquer necessidade de receita médica.

 

O Departamento de Justiça tem como objectivo que a decisão do juiz não chegue a avançar e em vez de argumentar com a idade alegará que o magistrado não está habilitado a interferir neste tipo de decisões. Ainda assim, Barack Obama não vai tentar evitar uma outra mudança relacionada com o mesmo tema: é que a Food and Drug Administration, organismo que no país regula o sector dos medicamentos, acaba de aprovar uma pílula do dia seguinte que pode ser vendida sem receita a partir dos 15 anos, adianta o "New York Times".

 

Até agora a chamada “contracepção de emergência” só estava disponível para as norte-americanas com menos de 17 anos mediante a apresentação de uma receita médica. As restantes podiam comprar o medicamento de forma livre mas apenas em farmácias e mediante a apresentação da identificação.

 

Pílula do dia seguinte em Portugal

Em Portugal, a maioria dos fármacos de contracepção de emergência (que devem ser tomados até 72 horas após a relação sexual desprotegida) são vendidos em farmácias, sem receita médica, e distribuídos gratuitamente nos centros de saúde e hospitais, independentemente da idade da mulher — apesar de os profissionais de saúde terem indicações para fazer algumas perguntas para perceber a adequação do medicamento ao caso, dar conselhos e descartar eventuais problemas.

 

Já em 2010 chegou ao país a chamada “pílula dos cinco dias”. As primeiras tinham como principal substância o levonorgestrel e esta mais recente, à base de acetato de ulipristal, é potencialmente eficaz até mais tarde, mas custa mais de 20 euros e já requer receita médica.

 

Lê o texto completo no PÚBLICO

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