Quarta, 16 Mai 2012 • 23h32
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Texto de Mariana Correia Pinto • 30/12/2011 - 19:18
A imagem do perfil de Facebook de Rebecca Gomperts, conhecida activista dos direitos das mulheres, foi esta sexta-feira removida da rede social, refere o "site" da organização pró-aborto “Women on Waves”.
A imagem continha informações sobre como praticar o aborto com segurança - recorrendo a um medicamento com efeito abortivo - em países onde o aborto é ilegal.
“Ao remover a imagem do perfil, o Facebook incorre na violação do Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos do Homem”, lamenta a presidente da associação. A activista holandesa disponibilizou o “screenshot” da remoção da imagem de perfil da sua página e apela aos defensores dos direitos da mulher para que colem a mensagem na página do seu perfil.
A médica holandesa ficou conhecida em Portugal quando, em 2004, foi impedida pelas autoridades portuguesas de entrar nas águas territoriais nacionais com o “barco do aborto”, numa altura em que a interrupção voluntária da gravidez era ainda ilegal no país.
Women on Waves é uma organização que defende os direitos das mulheres e que viaja com um navio por águas internacionais, atracando em países onde a interrupção voluntária da gravidez é considerada crime.
Telemedicina
O objectivo é fazer campanha de prevenção de gravidezes indesejadas e realizar procedimentos abortivos em águas internacionais (onde legislações que proíbem o aborto não são aplicáveis) através de pílulas. Em 2005 foi fundada também a Women on Web, um serviço de telemedicina que providencia pílulas abortivas a mulheres que vivem em países onde a prática é ilegal.
Na Europa, o navio já passou por países como Portugal, Irlanda, Polónia e Espanha. Fez também campanha pela América do Sul, África, Ásia e Médio Oriente.
A interrupção voluntária da gravidez pode ser feita legalmente em Portugal desde 2007, depois de ter sido aprovada por referendo, e pode ser realizada por opção da mulher nas primeiras dez semanas de gravidez, calculadas a partir da data da última menstruação.
Comentários
Marcio (não registado)
06/03/2012 - 04:36
mas gente, divc3b3rcio sc3b3 vai ser permitido, nc3a3o serc3a1 oragibtc3b3rio, vocc3aas estc3a3o entendendo? Mesmo vedado, hc3a1 inumeros casos de aborto, se permitirem vai virar desculpa pra atestado mc3a9dico!Assim como o casamento foi banalizado, hoje c3a9 mais facc3adl trocar de marido/mulher do que de roupa, o aborto tambc3a9m serc3a1!Acho que a questc3a3o da liberac3a7c3a3o do aborto vai BEM mais longe que uma opinic3a3o feminina e o direito pelo seu corpo. Afinal nc3b3s sabemos o que deve ser feito para previnir uma gravidez! (Atc3a9 pra quem nc3a3o tem acesso a camisinhas, DIU e outros, existe a famosa tabelinha!!)O aborto deve sim ser liberado e jc3a1 c3a9! Mas em casos de estupro, no qual a mulher foi FORc387ADA; assim ocorrendo uma gravidez, de fato, indesejada! E anencefalia, quando hc3a1 ausc3aancia do cerebro!!Agora quanto aos seus argumentos, se vc e outras mulheres querem tando direito pelo seu corpo, comecem respeitando ele e para de sair por ac3ad dormindo com qualque homem!! Essa tambc3a9m c3a9 outra forma de nc3a3o engravidar Se vocc3aa transa com seu parceiro oficial , nc3a3o terc3a1 problemas com uma vida nascendo dentro de vc!Antes de criar um post pro seu blog, vai procurar argumentos que realmente vc3a3o deixar as pessoas pensativas
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