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A semana em crónicas: crise na medicina, um videojogo português e Mafalda Milhões

Estas foram as três crónicas que mais deram que falar esta semana

Texto de P3 • 30/09/2016 - 13:20

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Por que razão um jovem com média de 20 valores já não quer ser médico?

Este ano lectivo, pela primeira vez, três cursos de engenharia figuraram no top das média de acesso mais altas do país, ultrapassando medicina. E, facto também curioso, o melhor aluno a entrar na universidade em Portugal desistiu da vaga e foi para o estrangeiro estudar. Uma possível explicação para este contexto é que, até à data, "Medicina não formava desempregados", até porque sempre foram necessários em Portugal. Mas os tempos são outros, considera o gestor João Martinho Galhofo, que apela a uma mudança urgente da política de formação de médicos nacional. A continuar assim, "terá apenas um desfecho", considera: "Incluir Medicina na já vasta lista de cursos cujo investimento é feito por nós, contribuintes, para o retorno ser aproveitado além fronteiras." Com mais de 30 mil visitas, este foi o texto mais popular da semana.


Um português à conquista do Japão

Muitos podem não o conhecer, mas David Amador é um dos mais antigos profissionais da indústria de videojogos portuguesa — e agora está a desbravar terreno no Japão. O seu "Quest of Dungeons" acabou de ser lançado no outro lado do mundo e as expectativas são muitas. Ivan Barroso, historiador de videojogos, "game designer" e professor, esteve à conversa com ele e conta como tudo aconteceu.


 

Um Dom Quixote chamado Mafalda

A "copywriter" Cristina Nobre Soares está no Fólio — Festival Literário Internacional de Óbidos a recolher retratos e histórias. Foi assim que nos deu a conhecer Mafalda Milhões, curadora do Folio Ilustra. É um autêntico Dom Quixote que abriu uma livraria infantil nos Casais Brancos ("Ninguém abre uma livraria num sítio como os Casais Brancos"), a "Histórias com Bicho" que, depois de "um par de anos de tormentas", reabriu, em pleno Fólio. "Não há maneira mais bonita de celebrar os 400 anos de Cervantes do que ouvir este D. Quixote chamado Mafalda a concretizar-se, com o castelo e o mar a verem-se lá em baixo, ao fundo."

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