Campanha

Viana do Castelo: vamos plantar árvores no Baldio de Carvoeiro?

Município minhoto tem uma campanha para rearborizar o Baldio de Carvoeiro, afectado pelos incêndios do Verão de 2016

Texto de Tiago Ramalho • 29/10/2017 - 14:16

Distribuir

Imprimir

//

A A

A Câmara Municipal de Viana do Castelo lançou uma iniciativa para rearborizar o Baldio de Carvoeiro. Até Janeiro de 2018, qualquer cidadão pode deixar uma “mensagem de esperança” numa das três árvores secas espalhadas pela cidade minhota: nos serviços de atendimento ao munícipe, na Biblioteca Municipal e no Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental. Por cada mensagem recolhida será plantada uma árvore no Baldio de Carvoeiro, área afectada pelos incêndios do Verão de 2016.

 

Ricardo Carvalhido, vereador vianense que detém os pelouros do Ambiente e da Biodiversidade, destaca que este é um “projecto de sensibilização e de alerta para os cidadãos”, integrando-o numa das várias frentes de acção do município para promover a prevenção e uma estratégia de maior valorização florestal e ambiental. “Isto está ligado a um projecto mais vasto de reflorestação", explica. "Também no Baldio de Carvoeiro, além destas árvores que vão ser plantadas, vamos instalar apiários pedagógicos.” A ideia da autarquia é não desperdiçar o investimento, criando espaços para colmeias que permitirão a polinização de que algumas plantas necessitam.

 

A criação dos apiários pedagógicos pressupõe a existência do Museu do Mel, um espaço que será construído até Julho de 2018 e que permitirá uma maior aposta neste produto. “Os apiários vão permitir também que os alunos estejam mais em contacto com este mundo”, defende o vereador. Em Santa Luzia e no Amonde serão ainda plantadas "100 mil árvores", garante Carvalhido, todas endógenas (entre medronheiros, pinheiros e carvalhos). Outra acção a implementar será, à imagem do que aconteceu em Arouca, a criação de faixas de gestão de combustíveis, que permitem a definição de uma área de segurança na floresta.

Voltar ao topo

|

Corrige
Eu acho que